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“NOÇÕES BÁSICAS DE HOSPITALIDADE E SERVIÇO, NO SETOR DO TURISMO RURAL, PARA PESSOAS COM DIVERSIDADE FUNCIONAL”

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Índice

Prefácio

CAPÍTULO I
1.1. REGULAMENTO INTERNACIONAL E PRINCIPAIS PROBLEMAS DA DIVERSIDADE FUNCIONAL
1.2. O QUE É TURISMO ACESSÍVEL?
O mandato da Organização Mundial do Turismo (OMT)
Ação internacional e estruturas normativas
Porque é que o turismo acessível é importante?

CAPÍTULO II
2.1. Regulamento jurídico do turismo rural. as necessidades das pessoas com diversidade funcional no contexto dos direitos humanos.
2.2. A criação e desenvolvimento de instalações de alojamento privado tipo b&b. historial do desenvolvimento do sistema
2.3. Tipos de B&B em turismo rural
2.4. Experiência europeia no turismo rural
2.5. A experiência da organização de turismo rural nos países nórdicos
2.6. Experiência da organização de turismo rural nos países da Europa Ocidental e Central
2.7. Características da organização do turismo rural nos países do Sul da Europa
2.8. Características da organização do turismo rural na Letónia, Polónia, Hungria, Roménia, Moldávia, Bielorrússia, Geórgia, Portugal e Ucrânia.
Lei do Turismo na Letónia
2.9. Categorização de agro habitação em diferentes países da Europa
2.10. Iniciativas de agroturismo no mundo
2.11. Direitos e responsabilidades dos proprietários da herdade

CAPÍTULO III
“COMO CRIAR UM NEGÓCIO DE TURISMO RURAL”?
1º PASSO- PRINCIPAIS CONSIDERAÇÕES PARA A CRIAÇÃO DE UM EMPREENDIMENTO DE TURISMO RURAL
2º PASSO- CONSIDERAR OS RECURSOS NATURAIS E SOCIAIS DA ÁREA
3º PASSO – ESTUDO DO MERCADO
4º PASSO- DECIDIR SOBRE A CAPACIDADE EMPREENDEDORA
5º PASSO - ESTABELECIMENTO DO EMPREENDIMENTO
6º PASSO - PLANO DE NEGÓCIOS
7º PASSO - DETERMINAR INFRA-ESTRUTURAS, EQUIPAMENTOS E OUTRAS NECESSIDADES DE APOIO
8º PASSO - DESENVOLVIMENTO DA POLÍTICA DE PREÇOS
9º PASSO - FINANCIAMENTO
10º PASSO - MELHORIA DO NEGÓCIO
11º PASSO - MARKETING E VENDAS
12º PASSO – VENDAS
13º PASSO - OPERAÇÕES E SEGURANÇA
14º PASSO - ALCANÇAR A SATISFAÇÃO DO CLIENTE

CAPÍTULO IV - TIPOS DE DIVERSIDADE FUNCIONAL E PECULARIDADES DA ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RECREAÇÃO E TURISMO
4.1. Definição de diversidade funcional. Conceitos básicos.
4.2. Definição de "deficiência" no âmbito da Disability Discrimination Act (DDA)
4.3. A Organização Mundial de Saúde define deficiência como:
4.4. Definições da ICIDH 1980
4.5. Abordagens básicas da diversidade funcional
4.6.  Os principais tipos de diversidade de funcional

CAPÍTULO V - RECOMENDAÇÕES SOBRE ALOJAMENTO DE PESSOAS COM DIVERSIDADE FUNCIONAL
5.1.1.  Recomendações sobre a prestação de serviços para cegos
5.1.2.  Acompanhamento nas instalações
5.1.3.  Acompanhamento ao receber serviços
5.1.4.  Acompanhamento para várias pessoas
5.1.5.  Assistência na obtenção de informação
5.1.6.  Assistência para os cegos no restaurante, pizzaria, café, etc., e que pode ser incluída na gama dos seus serviços
5.1.7.  Assistência ao cego numa loja de self-service
5.1.8.  Assistência para cegos com um cão-guia na loja
5.1.9.  Distraindo um cão-guia - acariciando
5.1.10. Prestar assistência aos cegos numa sala de cinema
5.1.11. Assistência a cegos no museu rural
5.1.12. Informações adicionais para ter em mente
5.2.1.  Recomendações sobre a prestação de serviços para pessoas com deficiência da fala
5.2.2.  Informações adicionais para ter em consideração
5.3. RECOMENDAÇÕES RELATIVAS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA
5.3.1. Informações gerais sobre deficiências auditivas
5.3.2.  Comunicação com o uso da linguagem
5.3.3.  Comunicação com o uso de sinais
5.3.4.  Outros métodos de comunicação
5.3.5.  Recomendações para os proprietários de um alojamento em relação ao acolhimento de pessoas com deficiência auditiva
5.3.6. Como trabalhar com um intérprete de linguagem gestual?
5.3.7.  Informações úteis e adicionais que devem ser tidas em conta
5.4.1.  Recomendações sobre a prestação de serviços para pessoas com deficiência intelectual e transtornos mentais
5.4.2.  Entretenimento inclusivo para pessoas com deficiência mental
5.4.3.  Informações adicionais para ter em consideração

CAPÍTULO VI - LIQUIDAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS RURAIS E TERRITÓRIOS ADJUNTOS
6.1. NORMAS E REGRAS DE CONSTRUÇÃO
Tipos de diversidade funcional
1. Deficiências de mobilidade
2. Deficiências visuais
3. Deficiências Auditivas
4. Deficiências cognitivas e outras deficiências ocultas
Requisitos de Não Discriminação
Comunicação efetiva
Design Acessível
6.2. ASPECTOS TÉCNICOS E RECOMENDAÇÕES
ESTACIONAMENTO
COMO SE DESLOCAR
Rota Acessível
Entradas
Superfícies de chão e piso
Superfícies Naturais
Pequenas mudanças verticais abruptas
Rampas e elevadores temporários
Portas
Portas e cabines da casa de banho
Lavatórios, espelhos e dispensadores
DISPONIBILIDADE DE ÁGUA POTÁVEL
ABRIGO

CAPÍTULO VII
CITAÇÕES INSPIRADORAS SOBRE INCAPACIDADE
WEBS & Páginas úteis
LINKS dos PARceiros do projeto “ERTSYD”
GEóRGIA
LETÓNIA
POLÓNIA
PORTUGAL
UCRÂNIA
BIBLIOGRAFIA



Prefácio

O turismo rural é uma ferramenta importante para resolver problemas sociais, pois dá esperança à população rural, motivação para a cooperação, bem como a oportunidade de viver uma vida plena e feliz na sua aldeia natal.

Numa fase inicial, este tipo de atividade pode ser insuficientemente rentável do ponto de vista financeiro, mas dá energia positiva e resolve muitos problemas enfrentados pelos habitantes das aldeias.

Este manual pretende fornecer, de forma metódica, materiais relacionados com a experiência internacional do desenvolvimento do turismo rural.

Em particular, a atenção deve ser dada à história do estabelecimento do turismo rural, nomeadamente ao sistema B&B (bed and breakfast). O exemplo do Norte, Oeste, Centro e Sul da Europa são considerados formas organizacionais de serviços turísticos em áreas rurais, assim como, o papel das autoridades públicas e ONGs para garantir o funcionamento do turismo rural.

Nalguns países, foram analisadas as principais direções de promoção de produtos turísticos rurais nos mercados nacional e internacional. É, assim possível, estimar-se o valor socioeconómico do turismo rural para as comunidades locais e áreas rurais.
É dado especial destaque ao desenvolvimento do turismo acessível e à estadia de pessoas com diversidade funcional. O manual fornece recomendações de como criar uma empresa de turismo rural; análise da melhor experiência dos EUA na criação de um ambiente sem barreiras e fornecimento das recomendações técnicas.

Igualmente, são apresentados exemplos de certificação e categorização de habitações rurais usadas em vários países europeus e a experiência internacional na prestação de serviços turísticos de qualidade em contexto rural.
O manual apresenta iniciativas mundiais no desenvolvimento do agroturismo - uma forma especial de turismo rural, que é baseada na economia rural ativa (agricultor). É também considerada a demonstração de produtos de agroturismo em quintas tradicionais e típicas das aldeias.

Eis a principal mensagem do manual.

No mercado de serviços turísticos do século XXI, a oferta excede em muito a demanda por solventes. Para manter com sucesso a sua quota no mercado de serviços turísticos, o hospedeiro deve fornecer serviços competitivos e oferecer um tipo de produto que atenda plenamente às exigências dos seus clientes. Para os turistas é importante obter, no sentido de fazer jus ao dinheiro investido, serviços executados qualitativamente e que lhes proporcionem um bom descanso, estadia, novas experiências e lazer. A experiência tem mostrado que os turistas esperam por parte do proprietário e enquanto principais serviços, não apenas o alojamento e a comida, mas também uma atmosfera especial e única de hospitalidade no campo do lazer. A principal tarefa do proprietário é a criação e promoção de um produto competitivo, baseado no conceito de “hospitalidade”.

Espera-se que este guia seja o mote para a mudança, uma ferramenta útil para pessoas com diversidade funcional (e não só), se envolverem num negócio turístico interessante e promissor. 

Atenciosamente,
Andriy Matseliukh – Diretor Executivo da Associação “Lviv Tourist Board”.
www.lart.lviv.ua

 

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